Nanotecnologia a favor da ciência

Você conhece esta ciência inovadora?

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O grande interesse em pesquisas que compreendem a nanociência e a nanotecnologia vem a enaltecer esta área do conhecimento, com inúmeros impactos científicos e econômicos. As políticas relacionadas à ciência e tecnologia estão continuamente refletindo propostas, principalmente relacionadas à saúde, onde incluem o desenvolvimento de fármacos, insumos farmacêuticos e matérias de inovação, salientando assim, a ciência de nanomateriais.

nanotecnologia

A nanotecnologia conceitua-se, segundo a European Medicines Agency, como sendo a ciência que manipula estruturas menores que 1.000 nanômetros de diâmetro, onde são planejados para desenvolver propriedades específicas. Na área da nanomedicina e nanotecnologia farmacêutica, os estudos são direcionados para estes medicamentos com escala manométrica, oferecendo vantagens em relação a seus homólogos, principalmente por apresentarem tamanho reduzido, logo, aumentam sua área superficial de contato e elevam a sua especificidade e atividade biológica. Estes sistemas inteligentes têm sido planejados e desenvolvidos visando inúmeras aplicações terapêuticas, nas mais diferentes áreas da saúde, sendo promissores para a terapia do câncer entre outros.

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Na minha pesquisa de Mestrado, no Programas de Pós-Graduação em Nanociências, no Centro Universitário Franciscano, Santa Maria, RS, desenvolvi um produto farmacêutico na forma de suspensão de nanocápsulas, onde o fármaco estudado detêm a propriedade terapêutica com potencial antioxidante, porém na sua forma livre, ele torna-se instável frente a fatores externos, como luz e umidade. Utilizamos a nanotecnologia para evitar sua degradação e o manter íntegro para poder ter atividade terapêutica.

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A nanociência no Brasil, apesar de ter elevados custos, vem crescendo positivamente. Os medicamentos nanotecnológicos oferecem comodidade e alta eficiência terapêutica para os pacientes. Atualmente, diversos produtos contendo nanopartículas encontram-se em fase de estudos pré-clínicos e clínicos, outros em fase I e alguns já em comercialização, principalmente os dermatológicos, confirmando a eminente promessa dos últimos anos de pesquisa.

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